História do Bolo de Casamento

Publicado em
19 de fevereiro de 2017

Desde a antiguidade os casamentos eram celebrados com um bolo especial.

Na Roma Antiga as cerimônias eram finalizadas com um bolo sendo esfarelado sobre a cabeça da noiva, para que ela tivesse boa sorte e fertilidade. Os recém casados então comiam alguns pedacinhos do bolo esfarelado, compartilhando o restante com seus convidados, o que traria boa vida ao novo casal. Por centenas de anos essa foi a tradição do bolo de casamento nas cerimônias.

Os primeiros bolos de andares, simples discos de massas com especiarias empilhados uns sobre os outros, datam da Inglaterra medieval. Os noivos tentavam beijar-se por sobre o bolo de andares, sem derruba-lo, ao final da cerimonia, o que lhes traria boa sorte. Quanto mais alto o bolo, mais próspera seria a vida do casal, o que garantia aos recém casados uma vida repleta de felicidade e fertilidade.

Os primeiros bolos de casamento decorados com glacê branco datam do século dezessete, elaborados pela famosa cozinheira inglesa Sra. Raffald, que combinou a massa de bolo com o glacê branco e uma pasta de amêndoas. Foi no casamento da rainha Victoria com o príncipe Albert, na Inglaterra, em 1840, que o bolo de casamento de múltiplos andares e totalmente decorado com glacê real branco – que significava pureza -, virou tendência nas cerimonias do mundo todo.

O corte do bolo pelo casal e a divisão do primeiro pedaço simboliza que suportarão qualquer dificuldade juntos e estarão sempre unidos

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